fevereiro 1, 2008
Comentários desativados
[EcoDebate] Novamente retornam as preocupações para com a internacionalização da Amazônia, inclusive servindo de lastro para acusar os ambientalistas, ONGs e críticos da devastação, como se estivessem a soldo de interesses escusos. Como pano de fundo, temos o medo de uma pretensa internacionalização de nossa Amazônia.
fevereiro 1, 2008
Comentários desativados
Hoje (31/1) foi constatado por um grupo de pescadores, ecologistas e os seus advogados, no local, as 9:30h grande vazamento de efluentes líquidos contaminados por metais químicos em um canal construído ao lado do dique da antiga Companhia Ingá Mercantil, localizada na Ilha da Madeira – Itaguaí ao lado do Porto de Sepetiba (RJ). Por Sérgio Ricardo, Coordenador do Fórum de Meio Ambiente da Baía de Sepetiba
fevereiro 1, 2008
Comentários desativados
Para presidente dados sobre desmatamento não são alarmantes; ministra contesta – O presidente Lula desautorizou ontem a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, sobre as causas do aumento do desmatamento na Amazônia, e deixou claro que não considera alarmantes os dados do Inpe. Mas após sobrevoar áreas devastadas em Mato Grosso, Marina negou que tenha feito alarde exagerado e manteve suas acusações a produtores de soja e pecuaristas. Por Bernardo Mello Franco, Ilimar Franco e Soraya Aggege, O Globo, 31/01/2008.
fevereiro 1, 2008
Comentários desativados
Após avaliar durante quatro anos o crescimento da pecuária na região amazônica e a sua relação com os financiamentos concedidos pelo Banco da Amazônia (Basa), o pesquisador sênior do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) Paulo Barreto chegou à conclusão de que as facilidades de crédito podem ter influenciado no crescimento do desmatamento na região. Por Sabrina Craide, repórter da Agência Brasil.
fevereiro 1, 2008
Comentários desativados
A burocracia exigida pelo governo federal para o repasse de recursos poderá provocar o fechamento de 28 guaritas que protegem o patrimônio arqueológico do Parque Nacional da Serra da Capivara, em Raimundo Nonato (PI). É o que diz a arqueóloga Niède Guidon, diretora-presidente da Fundação Museu do Homem Americano (Fumdham) e administradora do parque. Ela está há três dias em Brasília tentando encontrar uma solução para que o local não seja fechado ao público. Irene Lôbo, repórter da Agência Brasil.
fevereiro 1, 2008
Comentários desativados
Roma, 31 jan (EFE).- O planeta perdeu cerca de 3,6 milhões de hectares de mangues desde 1980, o que equivale a “uma perda alarmante” de 20% da área total, segundo um estudo de avaliação feito pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO). O relatório “Os Mangues do Mundo 1980-2005″ indica que a área total deste tipo de vegetação caiu de 18,8 milhões de hectares em 1980 para 15,2 milhões em 2005. Matéria da Agência EFE, publicada pelo UOL Notícias, 31/01/2008 – 15h59
fevereiro 1, 2008
Comentários desativados
Desmatamento é tema “incontornável”, diz negociador dos EUA
GENEBRA – O Brasil não terá como fugir do tema do desmatamento nas negociações internacionais sobre o meio ambiente e a questão da manutenção das florestas já é um assunto “incontornável” para as principais diplomacias do mundo. O alerta é de um dos principais formuladores da política ambiental americana, Daniel Reifsnyder. Por Jamil Chade – O Estado de S. Paulo, quinta-feira, 31 de janeiro de 2008, 18:52
fevereiro 1, 2008
Comentários desativados
Cientistas sabem, há tempos, que furacões ganham energia das águas quentes; trabalho quantifica a relação – Quando a água nas áreas do Atlântico onde nascem os furacões se aquece em 0,6º C no verão, a atividade geral das tempestades sobe 50%, afirma um novo estudo. Matéria da Associated Press, publicada pelo Estadao.com.br, quarta-feira, 30 de janeiro de 2008, 16:16
Cientistas sabem, há tempos, que furacões ganham energia das águas quentes. Portanto, quanto mais quente a água, mais combustível a tempestade terá, seja para nascer ou fortalecer-se. O estudo calcula quanto da força e freqüência das tormentas se deve à água mais quente no mar, disse o autor do trabalho, Mark Saunders, do University College London.
Ele descobriu uma conexão matemática entre os altos e baixos da temperatura da água e a intensidade da temporada de furacões. Isso ajuda a explicar por que os furacões têm sido piores nos últimos 12 anos, e até mesmo por que 2007 – mais frio que o normal – foi uma exceção, sem furacões excepcionalmente fortes, diz Saunders.
O trabalho, que será publicado na edição desta quinta-feira da revista Nature, descobriu que mudanças no padrão dos ventos causam uma grande mudança na atividade de furacões, mas concentrou a análise nos efeitos da temperatura do mar.
Saunders não examinou a causa das variações de temperatura, mas disse acreditar que a mudança climática é um fator.
Cientistas vêm debatendo se o aquecimento global provocado pelo homem já estaria afetando o regime de furacões no Oceano Atlântico, e que efeitos o fenômeno poderá ter no futuro.
Saunders focalizou a temperatura da água em uma faixa de mares tropicais que vai de Porto Rico e do Norte da América do Sul e se estende até a África, num registro que vem desde 1950.
A temperatura média da água entre agosto e setembro na região é de 27º C. Saunders calculou que para cada grau Fahrenheit de elevação – o que corresponde a uma variação de 0,6º C – a atividade de furacões, uma média de intensidade e freqüência, aumenta 49%; o número de furacões com ventos de mais de 177 km/h aumenta 45%; o número de furacões em geral sobe 36%; e o número de tempestades em geral sobe 31%.
fevereiro 1, 2008
Comentários desativados
fevereiro 1, 2008
Comentários desativados
[Correio da Cidadania] Desde o começo do ano, tenho notado que a mídia tem evocado com insistência o tal “fantasma do apagão”. Especialistas são entrevistados diariamente, articulistas bombardeiam-nos com suas opiniões e passamos a conhecer em detalhes a famigerada “curva de aversão de risco” (gráfico que mostra a altura na qual os reservatórios das usinas hidrelétricas têm que estar em cada época do ano a fim de enfrentarmos sem sustos a estação seca) e a acompanhar sua evolução diária. Isto certamente servirá de forte munição contra a resistência dos ambientalistas às novas hidrelétricas nos rios amazônicos. Já posso até ouvir os argumentos: “estes ambientalistas são contra o desenvolvimento do país”; “são insensíveis à questão do emprego”; “precisamos de energia para o desenvolvimento e os atrasos nos licenciamentos ambientais são um entrave”. E por aí vai.










