dezembro 17, 2007
Comentários desativados
[EcoDebate] Finalmente a direitaça brasileira conseguiu pegar Lula de calças curtas. Como não conseguiu derrubar sua popularidade pelo desgaste de sua imagem, buscou pegá-lo pelo bolso. A derrubada da CPMF dificulta a continuidade dos programas sociais, particularmente o Bolsa Família, base de sua popularidade entre os pobres. Se por um lado mostra a fragilidade das políticas de sociais de Lula, seu total assistencialismo, baseadas num imposto provisório, por outro mostra que a direita brasileira sabe ser cruel. Agora vai depender da capacidade do governo de arrecadar esses recursos, já que na parcela do capital Lula não mexe mesmo.
dezembro 17, 2007
Comentários desativados
[Estado de Minas] Lá está o bispo dom Luiz Flávio Cappio no sertão da Bahia, decidido em sua greve de fome contra a transposição do Rio São Francisco. O rio, que corta o coração do Brasil, leva o nome do santo padroeiro da ecologia, devido ao seu amor à natureza, com a qual mantinha relação de alteridade e empatia: irmão Sol, irmã Lua. O que poucos notam é que o mentor de dom Cappio era, no século 13, um crítico radical dos primórdios do Capitalismo. O feudalismo ruía por sua inércia e os burgos, as futuras cidades, despontavam sob as luzes da redescoberta de Aristóteles e os novos empreendimentos mercantis.
dezembro 17, 2007
Comentários desativados
[O Estado de S.Paulo] No momento em que este texto é escrito, ainda não há decisões finais na reunião da Convenção do Clima em Bali. Embora nenhum país costume abrir o jogo antes do prazo final (nesta sexta-feira), parece pouco provável que se chegue a mais que uma declaração de intenções sobre o desejo de um acordo para o período pós-Kyoto. Os Estados Unidos deixaram claro que não aceitarão compromissos de redução de emissões, nem mesmo menção a metas numéricas. E isso no momento em que a Agência Internacional de Energia prevê um aumento de 55% na demanda mundial por energia até 2050; prevê também que os países em desenvolvimento responderão por 74% do aumento e que até 2030 nada menos de 84% desse aumento terá de ser suprido por energias derivadas da queima de petróleo, gás e carvão. Situação complicada, já que se recomenda redução de pelo menos 50% nas atuais emissões até meados do século, para evitar que a temperatura planetária suba além de 2 graus Celsius e tenha conseqüências ainda mais graves que as de hoje.










