dezembro 14, 2007

Comentários desativados

Sobre um físico e a feliz ignorância, artigo de Carlos Nobre

Embora seja evidente o risco futuro representado pelas mudanças climáticas, ainda há quem prefira continuar vivendo em feliz ignorância

[Folha de S.Paulo] O ARTIGO de José Carlos Azevedo (”O Aquecimento da Terra”, no jornal “O Estado de S. Paulo”, 7/11) surpreende em pelo menos um aspecto. Por um lado, presta justificada homenagem ao famoso físico-químico sueco Svante Arrhenius, o primeiro cientista a prever, em 1896, o aquecimento global devido ao aumento da quantidade de gás carbônico na atmosfera. Mas, logo depois, paradoxalmente, atribui a causas naturais o aquecimento global observado à superfície no planeta Terra. Arrhenius deve ter se revolvido no túmulo ao ver um colega físico formado pelo prestigioso MIT (Massachusetts Institute of Technology, dos EUA) maltratar tanto a física.

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Sobre um físico e a feliz ignorância, artigo de Carlos Nobre

Embora seja evidente o risco futuro representado pelas mudanças climáticas, ainda há quem prefira continuar vivendo em feliz ignorância

[Folha de S.Paulo] O ARTIGO de José Carlos Azevedo (“O Aquecimento da Terra”, no jornal “O Estado de S. Paulo”, 7/11) surpreende em pelo menos um aspecto. Por um lado, presta justificada homenagem ao famoso físico-químico sueco Svante Arrhenius, o primeiro cientista a prever, em 1896, o aquecimento global devido ao aumento da quantidade de gás carbônico na atmosfera. Mas, logo depois, paradoxalmente, atribui a causas naturais o aquecimento global observado à superfície no planeta Terra. Arrhenius deve ter se revolvido no túmulo ao ver um colega físico formado pelo prestigioso MIT (Massachusetts Institute of Technology, dos EUA) maltratar tanto a física.

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