novembro 5, 2007
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Os peixes já foram retirados do Sinos, logo após a mortandade, mas o que os matou ainda continua impregnado nas águas do Rio, alerta o biólogo e professor da Unisinos, Jackson Müller. As investigações estão progredindo, mas o desafio agora é saber se o ascarel (1), “um poluente orgânico, de alta periculosidade” e cancerígeno também foi lançado no Sinos, pela Utresa (2). “Desconfiamos que ele pode ter sido um dos agentes causadores da mortandade”, disse Müller, à IHU On-Line, na semana passada, em visita ao Instituto Humanitas Unisinos – IHU.
novembro 5, 2007
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Desde o início de setembro parte do Rio São Francisco sofre com a proliferação de cianoalgas, ou algas azuis. São espécies, que apesar de fazer parte da fauna aquática, se desenvolvem rapidamente em determinadas condições – poluição e variações climáticas, por exemplo – e podem liberar toxinas que contaminam a água e a carne dos peixes. Por Luana Lourenço, da Agência Brasil.
novembro 5, 2007
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Montes Claros, 1º de novembro de 2007,
Prezados Senhores Membros do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco
Através deste ofício vimos informar a situação de contaminação do Rio das Velhas e do São Francisco e solicitar as providências cabíveis ao Comitê de Bacia. Num período de aproximadamente trinta dias o Rio das Velhas, vem apresentando índices alarmantes de contaminação de cianobactérias, ou algas azuis, confirmadas por diferentes análises realizadas em Minas Gerais e no Estado da Bahia. A contaminação inicia na Região do Alto Rio das Velhas e contamina o Rio São Francisco do Município de Várzea da Palma até a região do Barra, na Bahia. No Rio São Francisco, a jusante da foz do Velhas, não há contaminação de cianobactérias em níveis anormais, segundo analises do SAAE de Pirapora.
novembro 5, 2007
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Cultivo de banana tem trabalho degradante
Blitz de procuradores e auditores do trabalho no interior de SP também identifica informalidade e riscos ambientais
FÁTIMA FERNANDES
CLAUDIA ROLLI
ENVIADAS ESPECIAIS AO VALE DO RIBEIRA
[Folha de S.Paulo] Trabalhadores da maior região produtora de banana do país, o Vale do Ribeira (SP), não têm registro em carteira, não usam equipamentos de proteção, têm de arcar com os custos de suas ferramentas e são até pulverizados por agrotóxicos.
É o que constataram procuradores e auditores fiscais do Trabalho em blitz feita na última quarta-feira em sítios da região de Miracatu (SP), acompanhada pela Folha.
novembro 5, 2007
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Mais de 90% da eletricidade consumida no Brasil é gerada em usinas hídricas – energia freqüentemente citada como “limpa”, em especial porque não emitiria gases de efeito estufa. A comparação com outras fontes muitas vezes confirma as vantagens nesse quesito, mas estudos a partir do início da década de 90 começaram a colocar em xeque a idéia de “impacto zero” dessas usinas para as mudanças climáticas. Por Luana Lourenço, da Agência Brasil.
novembro 5, 2007
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Na quinta-feira, o Congresso americano votou pela primeira vez uma lei que restringe a emissão de gases poluentes no país. A Lei Lieberman-Warner foi aprovada por um subcomitê e ainda precisa passar por várias votações para sair do papel. Mesmo assim, foi mais um golpe contra o influente lobby dos “negadores do aquecimento global”, que engoliu em seco o Nobel da Paz e o Oscar concedidos ao ex-vice-presidente Al Gore. A reportagem é de Patrícia Campos Mello e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 3-11-2007.
novembro 5, 2007
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Levando em conta a entrevista do dia realizada com o biólogo Sérgio Greif, o sítio do IHU reproduz uma
reportagem produzida pelo Jornal do Bem Estar no mês de outubro. Sob o título “Uma outra verdade incoveniente”, o jornal trata sobre o consumo de carne e sua relação com o aquecimento global. Confira, a seguir a reportagem intitulada “Alguns dados para você levar em conta” e entenda um pouco mais sobre esse grave problema.
novembro 5, 2007
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[EcoDebate] As nascentes bem seguras e bem altivas da reserva extrativista de Chapada Limpa – município de Chapadinha – Baixo Parnaíba maranhense; as comunidades de Chapada Limpa e Jussaral que encorajaram uma informal subida por boa parte do alto Munim; e os bacurizeiros que definem e que redefinem a geografia social, ambiental e alimentar dessa microrregião apesar do e perante o avanço pouco integro do agronegócio da soja e dos fornos de carvoarias pertencentes a empresas contratadas pela Margusa, sediada em Bacabeira, litoral maranhense, e pela Cosima, sediada em Santa Inês, Amazônia maranhense.
novembro 5, 2007
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[O Estado de S.Paulo] Embora não sejam novos, são inquietantes os diagnósticos e prognósticos do Global Environment Outlook (Geo 4) divulgados no final de outubro pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Porque, diz o relatório, “não há nenhuma grande questão levantada no documento Nosso futuro comum, em 1987, cujas tendências previstas sejam agora favoráveis”. E as conseqüências, afirma, são de “risco para a humanidade”, sobre a qual pesa a “ameaça de sobrevivência”. Palavras graves demais para passarem despercebidas.
novembro 5, 2007
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Adital – Tem Capitão do Mato demais por ai! Todos PhD.
São contratados para perseguir quilombolas, identificar seu paradeiro no mundo e arrastá-los de volta aos senhores. Desfilam diante do olhar público com suas presas, casos, contradições. Voltam do mato diretamente para as telas da televisão e as páginas dos jornais com suas manchetes sensacionais: negros fujões, quilombolas de mentira, arbítrio de auto-intitulados, fraudes antropológicas!










