novembro 30, 2007
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novembro 30, 2007
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Se me permitem um tom mais pessoal, a formulação do tema dessa mesa-redonda, talvez a mais polêmica deste encontro, tem especial significado para mim, por juntar o passado e o presente de minha vida no São Francisco e no Nordeste, num transcurso de 26 anos, através dos quais deixei de ser “paulista” para ser “nordestino”, lúcida e apaixonadamente.
novembro 30, 2007
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Ambas contribuem de forma decisiva para o equilíbrio e manutenção da produtividade dos sistemas que elas integram, estando as RLs e APPs no nível sistema local (agroecossistemas) como a floresta Amazônica está para o sistema global (Biosfera). Joel Henrique Cardoso é pesquisador em Sistemas Agroflorestais da Embrapa Clima Temperado. Artigo enviado pelo autor ao “JC e-mail”:
novembro 30, 2007
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O bloqueio de recursos do governo federal interferiu nos gastos do Ministério do Meio Ambiente em 2007, diminuindo a proporção de autorizações de despesas de investimentos em relação ao orçamento para a pasta. A explicação é do secretário-executivo substituto do ministério, Mauro Pires. Por Sabrina Craide, repórter da Agência Brasil.
novembro 29, 2007
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novembro 29, 2007
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novembro 29, 2007
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A água, o ar, a fertilidade dos solos, as florestas, a biodiversidade do mundo animal e vegetal estão sempre mais ameaçados pelo fato de a natureza ter-se tornado um objeto de domínio. Os países do Norte e os do Sul, divididos também pelo modo com que lêem a crise dos recursos. Os nossos bens comuns que devemos defender. O artigo é de Carlo Petrini e publicado pelo jornal La Repubblica, 16-11-2007.
novembro 29, 2007
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[EcoDebate] O Estadão, de 25 de Novembro de 2007, publicou a brilhante matéria de Bruno Paes Manso, sob o título “Miséria e prostituição na trilha de L., 15 anos, elucidando as raízes socioeconômicas de um episódio que ganhou repercussão nacional e internacional. Bruno relata que a 2 quilômetros da praia da Vila do Conde – onde ancoram navios estrangeiros vindos das Filipinas, Croácia e Rússia para buscar minério no complexo industrial Albras-Alunorte, ligado à Companhia Vale do Rio Doce – vive Francicléia Félix Alves, de 44 anos, mãe de cinco filhos, entre eles L. de 15, presa em outubro numa cela com 20 homens em Abaetetuba, cidade vizinha a Barcarena, no Estado do Pará.
novembro 29, 2007
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O ano de 2007 foi marcado conjunturalmente pelo anúncio do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que nada mais é do que um amontoado de obras de infra-estrutura e de grandes investimentos agroindustriais da iniciativa privada, com financiamento de recursos públicos. No entanto, este programa serve como uma espécie de chapéu, que faz sombra aos pés de barro das estruturas nas quais estão alicerçadas as políticas públicas direcionadas para a população brasileira que, na sua ampla maioria, é composta de gente que vive abaixo da linha da pobreza. A fórmula de “aceleração” do crescimento parece ser essa: investimentos volumosos em obras que asseguram lucratividade a grandes aglomerados financeiros e um conjunto de ações compensatórias (bolsa escola, bolsa família) para diminuir o impacto causado pela falta de políticas sérias e voltadas para a população.
novembro 29, 2007
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O Relatório do Desenvolvimento Humano 2007-2008 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) lançado no dia de ontem intitulado ‘Combater a Mudança Climática: Solidariedade Humana num Mundo Dividido’, revela um mundo cada vez mais dividido entre nações altamente poluidoras e países pobres. O relatório afirma que, se cada pessoa pobre do planeta levasse o mesmo estilo de vida de alto consumo de energia dos alemães ou ingleses, quatro planetas seriam necessários para absorver a poluição. A conta cresce para nove planetas quando a comparação é feita com um habitante médio dos Estados Unidos ou do Canadá. Ainda pior. Os que menos poluem serão os primeiros a pagarem as conseqüências pelo aquecimento global. A síntese é do sítio brasileiro do Pnud, 27-11-2007.
novembro 28, 2007
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[EcoDebate] O Semi-árido brasileiro, também chamado de Sertão – cenário geográfico onde ocorrem as secas – abrange os seguintes estados: Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e o Vale do Jequitinhonha, no norte de Minas Gerais. Estima-se nele uma população de cerca de 20 milhões de pessoas das quais, no exacerbar de uma seca, 10 milhões passam sede e fome. É uma região de elevadas temperaturas (média de 26º C), onde o regime pluvial é bastante irregular. A média pluviométrica anual oscila entre 400 e 800 mm, com volume anual precipitado estimado em cerca de 700 bilhões de m³. Os solos são geralmente rasos, pedregosos (escudo cristalino), com ocorrência de vegetação do tipo xerófila.
novembro 27, 2007
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[EcoDebate] “Essa era a visão que Zumbi tinha de Gaia”. Foi o primeiro pensamento que me veio à cabeça quando olhei as serras ao redor, ao nascer do sol, quando dez mil pessoas chegaram ao topo da Serra da Barriga, na romaria da Terra e das Águas, em Alagoas. O sol nascente, iluminando a neblina sobre os vales, sobre um resto de Mata Atlântica, com Gaia respirando aparentemente em paz, me fez pensar – a todo momento repenso – na teoria de Lovelock, segundo a qual a Terra é viva, já tem oitenta anos de idade para quem irá viver cem, está velha, está doente. Em quarenta anos, quando a emissão de CO2 atingir 500 ppm, as algas marinhas vão morrer e Gaia será um planeta tórrido, com poucos sobreviventes onde hoje estão as regiões mais frias do planeta. Segundo o cientista, quatro bilhões de seres humanos irão morrer.
novembro 26, 2007
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“A maior ameaça que o mundo enfrenta é o aquecimento global. Como diria Saddam Hussein, é “a mãe de todas as ameaças”. As outras são limitadas – terrorismo, armas nucleares, Oriente Médio. O aquecimento global pode acabar com a humanidade”, afirma Rubens Ricupero, ex-secretário-geral da Unctad, em entrevista a Sonia Racy publicada no jornal O Estado de S. Paulo, 25-11-2007.
novembro 26, 2007
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[EcoDebate] O princípio do poluidor-pagador representa um grande avanço e já havia sido preliminarmente introduzido em nosso ordenamento jurídico pelo art. 4, VII, sendo complementado pelo art. 14, §1º, ambos da Lei de Política Nacional do Meio Ambiente (6.938, de 31.08.1981), logo, há cerca de vinte e seis anos antes da Governadora Ana Júlia Carepa, do Pará, sancionar a nova lei 6.986/2007. Acrescenta-se o fato da Constituição de 1988 ter incluído tal princípio entre os seus artigos, como se nota ao ler os §§ 2º e 3º, do art. 225, que obriga o poluidor-explorador a recuperar e reparar eventuais danos ao meio ambiente.
novembro 26, 2007
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Como repensar o futuro a partir da terra, da água, do ar. A desertificação e a poluição, o clima enlouquecido, eis onde andamos. Cresce em medida descomunal no mundo a demanda de energia. Estes são alguns dos temas tratados pelo artigo de Federico Rampini, jornalista, correspondente na China, do jornal italiano Repubblica, 16-11-2007.
novembro 24, 2007
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[EcoDebate] Agência Estado publicou, no último dia 20, que “Lula quer inaugurar substituta da Ceará Steel até 2010”. A companhia Siderúrgica de Pecém será construída pela Vale do Rio Doce e a coreana Dongkuk. “O LIBERAL” também publicou a notícia mais completa, pois informou o que nesta mesma ocasião, coube a Agnelli e ao Governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), a fervorosa defesa do uso do carvão mineral, que ambientalistas classificam como altamente poluente.
novembro 23, 2007
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novembro 23, 2007
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A questão dos rejeitos nucleares parece estar equacionada no Brasil, pelo menos nos próximos 500 anos, avaliou, no dia 21/, o presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva.
“Nós não estamos resolvendo o problema. Resolver o problema significaria a gente resolver para a eternidade. Mas nós estamos postergando para 500, mil anos, com muita responsabilidade”, afirmou. Ele encerrou o 1º Workshop sobre Geração Nuclear e a Matriz Energética Brasileira, promovido pela Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan), no Rio.
novembro 23, 2007
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Rejeitos nucleares não preocupam nos próximos 500 anos, diz Eletronuclear
O presidente da Eletronuclear defende a segurança dos rejeitos nucleares. É compreensível que assim seja. Ele já falou diversas vezes que não há preocupações com os rejeitos e defendeu a expansão do programa nuclear, inclusive com usinas no Nordeste do Brasil. De nossa parte, sempre fazemos os mesmos questionamentos, que continuam sem resposta.
novembro 22, 2007
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O avanço das empresas de celulose continua no Rio Grande do Sul, assim como avança o deserto verde, causando a degradação ambiental e social. Hoje, os efeitos são percebidos fortemente pelas pessoas que vivem nas regiões onde Aracruz, Stora Enso, Votorantin se localizam. Em poucos anos, se o avanço da monocultura de eucalipto continuar, todo o Estado sofrerá com os problemas ambientais, como a escassez de água. A IHU On-Line conversou, por telefone, com Vicente Medaglia, do Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais (Ingá) sobre a relação da Fepam (Fundação Estadual de Proteção Ambiental), do Consema (Conselho Estadual do Meio Ambiente) e do Governo em relação às ONGs que trabalham em prol do meio ambiente do Estado. Segundo ele, “o presidente da Fepam, em diversas declarações, deixou bem claro que o interesse dela e do Governo era promover o crescimento do estado do Rio Grande do Sul”.










