dezembro 19, 2006

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Baixo Parnaíba: a cultura dos extrativistas, por Mayron Régis

Pernoitar em Chapadinha e, ao alvorecer, continuar a viagem à comunidade de Bom Sucesso, comunidade remanescente de quilombos que floresce no município de Mata Roma, uma decisão das mais abençoadas que os participantes do Terceiro Encontro das Comunidades do Baixo Parnaíba comprovariam no instante imediato em que viram o seu carro inclinando pra lá e pra cá nas estradas de piçarra e de areal que emergem e submergem na transição Amazônia – Cerrado – Semi-árido. Por aquelas bandas enviesadas entre Chapadinha, Mata Roma e Anapurus, de mata-burros, de palmeiras de babaçu e de bacurizeiros, encarem: tudo é Chapada – o oferecimento de café, de cuzcuz e de rosquinha de tapioca por parte de seu Brasilino.

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dezembro 18, 2006

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O desenvolvimento sustentável, no olhar da OEA, por José Roberto Guedes de Oliveira

[EcoDebate] Vive, o nosso hemisfério americano, transformações jamais sentidas e nunca dantes imaginado, quando se fala em desenvolvimento sustentável.

São ações reais que se notificam pela clareza de propósitos e pela conscientização de países, independentemente de protocolos assinados ou mesmo de orientações vindas de nações mais desenvolvidas. É uma iniciativa, pois, de alto valor, capaz de alterar novas concepções de sustentabilidade para o bom viver.

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dezembro 18, 2006

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Barra Grande: politização da Justiça e confisco dos interesses difusos, por por Ana Candida Echevenguá e Christian Guy Caubet

A sociedade precisa ser melhor informada sobre o escândalo que envolve o caso da Usina Hidrelétrica de Barra Grande, em construção no rio Pelotas (limites entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina). Um Termo de Ajuste de Conduta, por muitos reputado criminoso, autorizou o corte da Mata Atlântica.

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dezembro 15, 2006

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O Meio Ambiente do País Pede Socorro, por João Suassuna

[EcoDebate] O povo brasileiro não costuma tratar adequadamente o seu ambiente natural. O resultado disso é que o caos, costumeiramente, prevalece. Essas assertivas são divulgadas constantemente na mídia de um modo geral e, por se tornarem rotineiras, têm assustado todo o país. Dentre uma infinidade de acontecimentos lamentáveis na área ambiental podemos citar alguns como merecedores de destaque.

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dezembro 14, 2006

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Baixo Parnaíba: a Cultura do Bacuri, Mayron Régis

[EcoDebate] Pernoitar em Chapadinha e, ao alvorecer, continuar a viagem à comunidade de Bom Sucesso, comunidade remanescente de quilombos que floresce no município de Mata Roma, uma decisão das mais abençoadas que os participantes do Terceiro Encontro das Comunidades do Baixo Parnaíba comprovariam no instante imediato em que viram o seu carro inclinando pra lá e pra cá nas estradas de piçarra e de areal que emergem e submergem na transição Amazônia – Cerrado – Semi-árido. Por aquelas bandas enviesadas entre Chapadinha, Mata Roma e Anapurus, de mata-burros, de palmeiras de babaçu e de bacurizeiros, encarem: tudo é Chapada – o oferecimento de café, de cuzcuz e de rosquinha de tapioca por parte de seu Brasilino.

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dezembro 13, 2006

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Brasil como paraíso das águas é um mito

admin

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Para assessor do Ministério das Cidades, algumas regiões brasileiras terão, em pouco tempo, uma situação crítica em disponibilidade hídrica.

“A idéia de que o Brasil é o paraíso das águas é um mito que prejudica mais que ajuda”. A afirmação é do cientista político Valdemar de Araújo Filho, assessor da SNSA (Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental), ligada ao Ministério das Cidades. Ele é o debatedor desta semana do Fórum sobre o Relatório de Desenvolvimento Humano, do PNUD. Araújo Filho discutirá com os internautas as medidas que devem ser tomadas pelo país para assegurar que o Brasil cumpra a meta de saneamento prevista nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: reduzir pela metade, entre 1990 e 2015, a proporção da população sem acesso a esse serviço. Por Talita Bedinelli, da PrimaPagina , Pnud Brasil.

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dezembro 12, 2006

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Urânio empobrecido, arma de extermínio da humanidade (II)

Adital – W. Leon Smith e Nathan Diebenow entrevistam a Leuren Moret, geocientista que trabalha na educação dos cidadãos, mídias, e membros de parlamentos e do Congresso e de outros responsáveis por questões de radiação

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dezembro 11, 2006

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Delenda Ibama, por Henrique Cortez

[EcoDebate] Os ataques do governo à legislação ambiental e ao Ibama não param. A mais nova bobagem diz que Marina Silva é refém de xiitas do Ibama.

Segundo o jornal O Globo, de 06/12, “no Palácio do Planalto, a avaliação é de que Marina virou refém do “xiitismo” do grupo que hoje comanda o Ibama, principal órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente. Por causa disso, Lula já estaria certo da necessidade de substituição dos principais cargos de comando do Ibama, inclusive do presidente do instituto, o médico e pesquisador Marcus Barros. “

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dezembro 11, 2006

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Urânio empobrecido, arma de extermínio da humanidade (I)

Adital – W. Leon Smith e Nathan Diebenow entrevistam a Leuren Moret, geocientista que trabalha na educação dos cidadãos, mídias, e membros de parlamentos e do Congresso e de outros responsáveis por questões de radiação. Leuren Moret é uma geocientista que trabalha quase a tempo inteiro na educação dos cidadãos, das mídias, de membros de parlamentos e do Congresso e de outros responsáveis por questões de radiação. Em 1991, quando trabalhava no Livermore Nuclear Weapons Laboratory, ela testemunhou e denunciou a fraude do Yucca Mountain Project.

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dezembro 11, 2006

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O Atlas da Água, por Roberto Malvezzi (Gogó)

[EcoDebate] Uma série de notícias sobre a política de águas no Brasil invadiu a mídia nos últimos dias. Elas vêm com ótimas notícias e muitas preocupações para quem acompanha essa temática.

A primeira foi o anuncio do Atlas da Águas do semi-árido brasileiro, pela Agência Nacional de Águas (ANA). Com uma análise minuciosa, detalha a situação de aproximadamente 1.300 municípios da região e aponta para o futuro preocupante dos núcleos urbanos acima de 5 mil habitantes no cenário de 2025. Se nada for feito, 70% entrarão em situação de caos no abastecimento por essa data, atingindo 41 milhões de pessoas. Por outro lado, a grande e boa novidade é que a ANA indica as obras a serem feitas e o orçamento para se antecipar ao problema. Com franqueza o diretor da ANA, José Machado, simplesmente diz que a transposição não resolve esses problemas. Pois bem, as obras corretas a serem feitas custam 3,6 bilhões de dólares. De onde virá esse dinheiro? Não seria correto aplicar os 4,5 bilhões da transposição nessas obras? Vai haver vontade política nos governos estaduais e federal para fazer as obras corretas e não obras caras e inúteis como essa que se empenha o governo federal?

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dezembro 6, 2006

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Ainda somos um país escravocrata, por Henrique Cortez

[EcoDebate] Mais de um século após a Lei Áurea , continuamos um país escravocrata. Mais de 20 mil pessoas foram libertadas de trabalhos forçados nos últimos dez anos em todo o país.

O governo federal está apertando o cerco aos escravocratas, tendo, em 2005, libertado 3.025 trabalhadores rurais escravizados ou tratados de forma degradante. O estado do Mato Grosso, em 2005, ocupou o primeiro lugar no ranking do trabalho escravo, passando o estado do Pará que mantinha “cativa” há anos a liderança escravocrata.

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dezembro 1, 2006

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Região Norte já tem sua lista de espécies de plantas do futuro

Cerca de 90 espécies nativas da Amazônia integram a lista de plantas prioritárias da Região Norte. A relação foi definida durante o Workshop Avaliação e Seleção de Espécies de Plantas do Futuro na Região Norte, evento realizado pelo Museu Goeldi, no período de 20 a 22 de novembro, em Belém, PA

Durante três dias, mais de 130 pessoas, entre pesquisadores, professores, técnicos, empresários, comunitários, representantes de associações de classe, manipuladores de plantas medicinais, floricultores, artesãos e pessoas interessadas pelo assunto avaliaram cerca de 800 espécies de plantas, que integram um universo de aproximadamente 2.500 espécies com algum tipo de uso na Amazônia.

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