abril 28, 2006

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A cultura do trabalho infantil doméstico

Adital – A Convenção 182, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), estabelece que entre as piores formas de trabalho infantil: a exploração sexual comercial, o trabalho doméstico, agrícola e informal urbano, o tráfico, o plantio de drogas e qualquer outra atividade que seja prejudicial à saúde, à segurança ou ao desenvolvimento físico e moral de crianças e adolescentes.

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abril 25, 2006

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Recrudescimento perverso: febre aftosa

admin

[EcoDebate]Apesar dos enormes esforços oficiais, envolvimento das comunidades atingidas e dos prejuízos acumulados em decorrência de embargos comerciais à carne brasileira por parte dos importadores, eis que sete (7) meses depois um novo foco de febre aftosa é constatado no Mato Grosso do Sul.

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abril 25, 2006

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Políticas Públicas no Brasil e o papel das Fundações, ONGs e OSCIPs nesta formulação, por José Roberto Guedes de Oliveira

admin

[EcoDebate] Em razão da extensão territorial do nosso país, mais ainda, a dificuldade de locomoção em certas regiões, principalmente a amazônica, não há como exigir que o Estado possa cumprir satisfatoriamente a sua missão de política pública. Seria realmente pedir demais, para quem, ao longo da nossa história, não se preocupou com a devida ocupação da terra, em termos sociais e econômicos – muita coisa ficou à deriva.

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abril 24, 2006

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Em discussão o TAC com as guseiras do Pará e Maranhão, por Henrique Cortez

[EcoDebate] O IBAMA, com o objetivo de garantir fontes sustentáveis para as guseiras (Siderúrgicas) do Pará e do Maranhão, com apoio do Ministério do Meio Ambiente, do Ministério Público Federal (MPF) e dos Ministérios Públicos Estaduais do Maranhão e do Pará, iniciou uma série de reuniões e discussões.

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abril 20, 2006

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Não Queremos Carvoarias! Carta-Aberta às Autoridades e ao Povo

admin

Nota do EcoDebate

As carvoarias continuam sendo grandes devastadoras florestais, quer seja na Bahia, em Minas Gerais, no Pará ou no Maranhão. Basta ver o que acontece no Pará, com a devastação incentivada pelas siderúrgicas.

Neste sentido, esta Carta-Aberta, de setembro de 2005, continua atual e importante, razão pela qual resolvemos republica-la, contando que suas informações sejam úteis aos nossos leitores e a todos que são companheiros nesta jornada por um Brasil socialmente justo, economicamente inclusivo e ambientalmente responsável.

Henrique Cortez
coordenador do EcoDebate

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abril 19, 2006

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Falta de políticas nas áreas agrária, ambiental e trabalhista faz aumentar o número de mortes em conseqüência dos conflitos no campo

A violência no campo tem diversas faces. Há uma violência direta, que expulsa famílias e assassina trabalhadores. Outra, que chama pouca atenção, mas não menos perversa, que se revela no sofrimento e nas mortes em decorrência dos conflitos no campo, principalmente pela posse da terra. Em 2005, os dados registrados pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) mostram um crescimento assustador de 106% das mortes em conseqüência dos conflitos. No ano passado 64 pessoas morreram. Em 2004, 31 mortes aconteceram.


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abril 18, 2006

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Os Conflitos pela Água, por Roberto Malvezzi (Gogó)

Amigos,

A CPT Nacional acaba de divulgar o caderno de conflitos no campo de 2005. Um dos que mais cresce, mas que ainda não chama a atenção, é o conflito pela água. Seguem os dados e o comentário publicado no caderno.

Roberto Malvezzi (Gogó)

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abril 6, 2006

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Aos pobres: a lei, a polícia e a morte , por Rogério Almeida

A execução de pobre é natural. Esteja o indivíduo no interior do Pará, como é comum; ou em uma favela do Rio de Janeiro. Caso seja na Baixada Fluminense, trata-se apenas de lógica pura.

A notícia de execução de sem terra no Pará, ou negros pobres no Rio no Janeiro, não anima editoriais indignados dos jornalões, nos programas de TV´s, entre os principais articulistas, sites à fora. Naturaliza-se a questão. É como se os que se arvoram a formadores de opinião, exclamassem aos quatro ventos: negro e pobre, o destino só podia ser este.

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