janeiro 27, 2006

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Áreas de Conservação para os Cerrados maranhenses, por Mayron Régis

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Cargas de água. A chuva dura horas, as árvores e as suas folhas arrependidas quase se ajoelham pela força do vento e as águas milimetricamente amarrotam o chão por onde se derramam. Para onde mandaram aquele céu carrancudo, quem livrou as árvores do vento e aquela água toda foi para quê buraco?

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janeiro 23, 2006

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Amazônia: O sertão que cresce, por Lúcio Flávio Pinto

admin

Adital – Em 1972 foi proibida a exportação de madeira em toras da Amazônia. Na mesma época – como ainda hoje – a nação mais poderosa do mundo, os Estados Unidos, ainda se permitia mandar para outros países suas árvores em bruto. Vi com meus próprios olhos, no extremo noroeste, no Oregon, a destruição das últimas grandes concentrações de floresta nativa do país. As toras eram exportadas para o Japão. E ninguém achava nada de anormal nesse fato.

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janeiro 20, 2006

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Mata Ciliar: Mitos e Verdades, por Osvaldo Ferreira Valente

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No momento em que se fala muito sobre revitalização de bacias hidrográficas, em razão da polêmica sobre a transposição do rio São Francisco, vem sempre referência à mata ciliar ou ao reflorestamento ciliar, mas com muita confusão a respeito de suas verdadeiras funções. E como é importantíssimo que os agentes responsáveis pelos trabalhos de revitalização tenham a exata compreensão dos mitos e verdades em torno do assunto, é que estamos nos propondo, aqui, a abrir uma discussão em torno dele.

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janeiro 4, 2006

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Sobre o Futuro (quê futuro?), por Clarissa Taguchi

(…) Previsões de cientistas antes chamados de ‘catastrofistas’ – termo utilizado para ridicularizar aqueles que tentavam demonstrar que a vida do planeta é frágil e que homem tem agido como suicida – são reconsideradas devido aos novos modelos científicos capazes de prognosticar o estado da Terra comparando-a com outras Eras. (…) A humanidade enfrenta neste começo de século seu maior desafio: querer permanecer viva e, assim, entender o poder sobre si mesma.

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janeiro 2, 2006

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Trilha de fogo: a rota da soja, por Lúcio Flávio Pinto

admin

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Quem se der ao trabalho de examinar sucessivas imagens de satélites que captam fontes de calor, não terá dúvida: é de fogo a rota de expansão da soja na Amazônia. Enquanto o desmatamento na região diminuiu 31% do verão de 2004 para o verão de 2005, os focos de queimadas cresceram 1%. A discrepância já é um paradoxo. Mas há outro, muito mais grave: enquanto em Mato Grosso houve uma diminuição de 34% nas queimadas, em todos os Estados que fazem divisa com o maior produtor de soja do mundo, as taxas foram positivas.

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