outubro 17, 2005

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Dejetos usados na fertilização degradam microbacias

Áreas de intensa prática agropecuária, como o interior do Estado de São Paulo ou a região de Chapecó, no Estado de Santa Catarina, têm contribuído para a degradação dos solos e para a má qualidade das águas dos lençóis freáticos e dos rios das microbacias hidrográficas. Ao fazerem o uso de dejetos animais, ricos em nitrogênio (N) e fósforo (P), na fertilização de solos pobres, a erosão pode transportar estes nutrientes aos corpos d’água. Um estudo da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP desenvolvido na região de Descalvado (SP), mensurou essa poluição e diagnosticou a falta de medidas governamentais para conscientizar os criadores sobre o impacto de sua atividade no meio ambiente. Por Renata Moraes, Agência USP de Notícias.

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outubro 17, 2005

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A Privatização dos Bens Naturais, por Roberto Malvezzi (Gogó)

O governo FHC passou para a história como aquele que desencadeou a “privataria” no Brasil. Especialistas calculam que 70% do patrimônio nacional foram entregues ao grande capital nacional e internacional durante seu governo. Esse foi um dos motivos para a intensa votação em Lula na eleição de 2002.

A primeira vista Lula não é um privatizador. Quem temia pela privatização do que restou do patrimônio brasileiro, como Petrobrás e Correios, teve em Lula a garantia que eles não serão privatizados, pelo menos enquanto ele for governo.

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outubro 17, 2005

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Belo Monte: mais uma trapalhada hidrelétrica, por Lúcio Flávio Pinto

Os ensaios e providências para iniciar a construção de uma grande hidrelétrica no rio Xingu, o primeiro de uma série de aproveitamentos possíveis inventariados pela administração federal, já duram 17 anos. O saldo para os empreendedores é negativo: passado tanto tempo, nem conseguiram o licenciamento ambiental da obra.

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